
Pré-candidato à Presidência criticou política externa do governo Lula
Flávio Bolsonaro foi recebido por Benjamin Netanyahu durante a Conferência Internacional de Combate ao Antissemitismo, realizada ontem (27) em Israel. Eduardo Bolsonaro também se reuniu com o primeiro-ministro israelense.
Ambos foram convidados pelo ministro israelense da Diáspora e do Combate ao Antissemitismo, Amichai Chikli.
Após o encontro, o senador e pré-candidato à Presidência disse que foi uma “grande honra ser recebido” por Netanyahu, “mesmo num momento tão delicado na região e com sua agenda altamente ocupada pelas tensões locais”.
“Tive a oportunidade de reafirmar que o atual presidente do Brasil, ao se colocar como simpatizante de terroristas, não fala pela maioria do povo brasileiro”, afirmou Flávio.
O senador também se comprometeu a “retomar integralmente as relações comerciais com Israel a partir de 2027, já que praticamente todas foram suspensas por questões ideológicas pelo governo brasileiro”.
“Nem mesmo o agreement do indicado a embaixador israelense para o Brasil foi aceito por Lula”, declarou Flávio.
Ele prometeu ainda, caso seja eleito presidente, concluir a transferência da Embaixada do Brasil em Israel para Jerusalém, iniciada durante o governo Bolsonaro. “Ainda em 2027, a embaixada será transferida para a capital do país, que é Jerusalém”, disse.
Ao comentar sua pré-candidatura à Presidência, Flávio afirmou estar confiante na retomada da aliança entre Brasil e Israel. Segundo o senador, sua candidatura ocorre porque Jair está impedido de disputar eleições por ser “vítima de uma perseguição política implacável e covarde”.
Além do encontro com Netanyahu, Flávio e Eduardo também participaram de reuniões privadas com diversas autoridades de Israel e de outros países presentes na conferência.
Ao final do encontro com o primeiro-ministro israelense, o pré-candidato à Presidência entregou uma lembrança enviada por Jair: uma camisa do Palmeiras.
