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Lula perde 25% do voto espontâneo em relação a 2022, diz jornal
Publicado em 30/01/2026 13:24
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O presidente Lula inicia 2026 com queda de cerca de 25% no voto espontâneo em relação ao início da campanha de 2022. A avaliação é do jornalista José Roberto de Toledo, no programa A Hora, do Canal UOL.

 

O tema foi discutido no episódio desta semana do podcast A Hora, apresentado por Thais Bilenky e José Roberto de Toledo, disponível nas principais plataformas.

 

Segundo Toledo, a pesquisa recente mostra Lula citado por cerca de 3 em cada 10 eleitores no cenário espontâneo, mas com perda relevante de apoio em comparação ao período anterior à eleição de 2022.

 

 

“Se a gente for comparar esse percentual do Lula com o mesmo percentual de votos espontâneos que ele tinha quatro anos atrás, ou seja, no começo da campanha de 2022, quando ele se elegeu pela terceira vez presidente, ele tinha significativamente mais votos espontâneos, quatro anos atrás, do que ele tem hoje.”

 

De acordo com Toledo, o voto espontâneo funciona como um indicador do nível de engajamento do eleitorado. “O que mostra que isso é uma espécie de, talvez, medida de quão entusiasmado o eleitor está com a candidatura do Lula.”

 

Apesar da liderança no cenário espontâneo, Toledo afirma que o presidente não repete o desempenho observado na eleição passada. Ele destaca que Lula mantém vantagem expressiva sobre os adversários, que não alcançam dois dígitos nesse recorte.

 

“No voto espontâneo, o Lula aparece muito na frente dos seus adversários. Ele aparece com praticamente 3 em cada 10 eleitores citam o nome do Lula, enquanto nenhum dos outros que estão no páreo chega a 1 em cada 10.”

 

Thais Bilenky observa que o antipetismo voltou a ganhar força com Lula no Planalto. “Agora, com o Lula na presidência, volta a ficar um antipetismo mais vivo, exatamente porque tem a rejeição ao governo, a figura do presidente, as medidas tomadas e tudo mais.”

 

Toledo acrescenta que o eleitorado está dividido de forma equilibrada. Segundo ele, cerca de metade admite votar ou votaria com certeza em Lula, enquanto a outra metade rejeita completamente o presidente.

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