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Adrilles e Rubinho são agredidos por militantes da USP
Publicado em 13/05/2026 11:25
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Os vereadores Adrilles Jorge e Rubinho Nunes, ambos do União Brasil, foram agredidos por estudantes e militantes de esquerda durante manifestação estudantil realizada na última segunda-feira (11), no centro de São Paulo (SP).

 

Adrilles e Rubinho são agredidos por militantes da USP

Nos últimos dias, estudantes ligados à USP, Unicamp e Unesp têm promovido protestos em diferentes regiões do Estado cobrando medidas de permanência estudantil, como aumento de bolsas, melhorias em moradias universitárias e manutenção da estrutura física dos campi.

 

Adrilles e Rubinho participaram do ato para questionar os manifestantes sobre a mobilização e cobrar o retorno às aulas. Durante a confusão, Rubinho levou um soco e sofreu fratura no nariz. Adrilles recebeu chutes na barriga.

 

 

Em meio ao tumulto, Rubinho também chegou a chutar militantes em resposta às agressões.

 

 

 

A vereadora Luana Alves, do PSOL, apresentou representação na Corregedoria da Câmara Municipal para apurar a atuação dos parlamentares. Parlamentares de esquerda acusam os vereadores de terem ido ao protesto para “fazer provocações”.

 

Na representação, Luana afirma que os vereadores “abandonaram qualquer postura institucional para atuar de forma ostensivamente provocativa e confrontacional, estimulando o conflito político e físico contra os manifestantes”.

 

Segundo a parlamentar, os dois “utilizaram o cargo público para produzir confrontos e gerar repercussão midiática, sem qualquer relação legítima com as atribuições da Câmara Municipal”, já que o protesto era direcionado ao governo estadual e à Secretaria da Educação.

 

 

Adrilles Jorge reagiu ao pedido e classificou a representação como “uma das maiores absurdidades da história da Câmara Municipal de São Paulo”.

 

“É a primeira vez que uma pessoa que foi agredida, que sofreu ameaça de espancamento, que foi cercada, é acusada de provocar estudantes. Eu simplesmente fiz perguntas, contestei o direito à greve de estudante que não trabalha, que, eventualmente, teria direito à greve, mas que é pago com dinheiro público para estudar e está cabulando e matando aula”, afirmou ao g1.

 

 

“Levei dois chutes, fui ameaçado de agressão e aí essa senhora, essa senhorita, leva meu nome à Corregedoria da Câmara porque eu fui agredido e conversei com estudantes e fui agredido por estudantes. Isso é uma das maiores infâmias, uma das maiores absurdidades da história da Câmara Municipal de São Paulo, cometidas por uma vereadora”, declarou.

 

Até o momento, Rubinho Nunes não comentou o pedido apresentado pela parlamentar do PSOL.

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