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Andrei: Investigações do Master seguem “absoluta regularidade” com Toffoli
Publicado em 26/01/2026 15:37
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O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, disse há (26) que as investigações sobre o Banco Master seguem com “absoluta regularidade” e que os peritos da corporação estão sendo instruídos de acordo com as determinações de Dias Toffoli.

 

Declaração foi feita durante a solenidade de início da formação dos novos membros da Polícia Federal.

 

“Eu não vou entrar em detalhes operacionais de investigações que ainda estão em andamento, seja essa ou qualquer outra”, disse Andrei. “O [ex-]ministro [Ricardo] Lewandowski na sua aula magna comentou sobre o papel do juiz em todos os casos, e esse é mais um deles, na absoluta regularidade, que nós seguimos instruindo conforme as determinações do magistrado [Toffoli]”.

 

 

Segundo o diretor-geral, os peritos de confiança de Toffoli já analisam as provas obtidas na última operação que atingiu o Master: “Nossos peritos já tiveram acesso, a gente teve acesso [ao material apreendido na segunda fase da Compliance Zero], a instrução segue regular. Não há nenhum prejuízo nesse caso”.

 

Os dados analisados pelos peritos de confiança do ministro do Supremo estão custodiados na Procuradoria-Geral da República (PGR) por ordem do magistrado, e não na Polícia Federal, como é usual. Decisão de Toffoli gerou receios de interferência do Judiciário no caso envolvendo o banco de Daniel Vorcaro.

 

Andrei ressaltou também a importância da autonomia da PF no combate ao crime organizado e negou que fatores políticos ou econômicos influenciem as investigações.

 

“A Polícia Federal é uma instituição de Estado. E ela tem, sim, autonomia, e essa autonomia tem sido garantida desde o primeiro dia da nossa gestão pelo governo federal para que nós façamos o nosso trabalho de Polícia Judiciária da União, e também de Polícia Administrativa da União, com isenção e independência”, afirmou.

 

“A Polícia Federal combate o crime organizado sem olhar para matiz político ou para estatura social e econômica, para nenhum outro critério que não seja a Constituição e a lei. E os resultados surgem. Quanto maior autonomia investigativa temos, mais resultados apresentamos e mais fortalecidos saímos”, completou o diretor-geral da PF.

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