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ALive: Caso Master pode desencadear nova Lava Jato
Publicado em 23/01/2026 17:40
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Silêncio da população ajudou a enterrar Lava Jato e isso não pode se repetir com caso Master

No programa ALive desta sexta-feira (23), o apresentador Claudio Dantas disse que, nos próximos meses, uma nova Lava Jato deve surgir “em função” do caso do Banco Master, instituição de Daniel Vorcaro envolvida em fraudes.

 

“Muita gente ainda vai para a cadeia, vai ter muita gente tendo de abandonar seus projetos políticos”, afirmou Dantas.

 

O analista financeiro Hugo Queiroz disse, ao comentar sobre o assunto, que o “modus operandi” antes visto em bancos públicos, investigados pela Lava Jato, agora ocorre “em instituições privadas”. “É quase igual a uma Lava Jato: os políticos voltaram a fazer isso [esquemas] agora em ambiente privado”, afirmou.

 

Segundo Queiroz, na época da Lava Jato, os “bancos públicos” e os “instrumentos dentro” dessas instituições eram usados “por políticos e outros” para ilegalidades. Agora, no entanto, o alvo são os bancos privados.

 

Durante o programa, Dantas também defendeu que a população precisa se manifestar para que casos como o do Master não sejam enterrados, como aconteceu com a Lava Jato. “Foi justamente quando as pessoas pararam de se manifestar, quando as pessoas começaram a ficar em casa, começaram a ter preguiça de ir para a rua, começaram a ter preguiça de questionar, até pela decepção em relação aos retrocessos que nós vimos depois que enterraram a Lava Jato”, ressaltou.

 

O “silêncio” da população, segundo o apresentador do ALive, “acabou garantindo e permitindo uma escalada autoritária do judiciário e uma escalada corrupta da política brasileira nunca antes vista. Da política associada, por exemplo, ao próprio mercado financeiro”.

 

Dantas ainda destacou que a Lava Jato “conseguiu explodir uma bolha, ela conseguiu realmente desafiar o sistema por dentro do sistema e foi depois destruída”.

 

“A gente hoje está diante de um escândalo sem precedentes. Olha só como é importante que nós sejamos vigilantes. É o preço da liberdade”, finalizou o jornalista.

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