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Gabinete de Toffoli diz que STF autorizou todos os pedidos da PF e do MPF no caso Master
Publicado em 23/01/2026 17:35
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O gabinete do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que todos os pedidos apresentados pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF) no inquérito que apura suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master foram integralmente autorizados pela Corte.

 

Em nota divulgada nesta quinta-feira (22), o gabinete sustenta que as investigações tiveram aval formal do ministro relator e que atualmente os autos e materiais estão sob responsabilidade dos órgãos responsáveis pela apuração.

 

A manifestação ocorre após o procurador-geral da República, Paulo Gonet, arquivar representações apresentadas por parlamentares da oposição que pediam o afastamento de Toffoli da relatoria do caso.

 

Segundo o comunicado, a Procuradoria-Geral da República se posicionou favoravelmente à permanência do processo no Supremo e rejeitou pedidos de impedimento e suspeição apresentados contra o ministro.

 

“O procurador-geral da República manifestou-se favoravelmente à permanência do processo no Supremo Tribunal Federal e, mais recentemente, arquivou pedidos de impedimento e suspeição do ministro relator Dias Toffoli”, afirma o texto.

 

A atuação de Toffoli no caso gerou desconforto interno na Polícia Federal, especialmente após o ministro determinar que o material apreendido durante as diligências permanecesse sob guarda do STF. O magistrado também criticou publicamente a corporação por atraso no cumprimento de uma operação previamente autorizada.

 

O gabinete do ministro afirmou ainda que, superada essa fase, a condução da investigação segue sob responsabilidade da PF e da PGR.

 

“Ressalte-se, ainda, que todos os requerimentos formulados pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal foram integralmente deferidos, com as investigações devidamente autorizadas pelo ministro relator e atualmente estão sob a custódia dos órgãos competentes para fins de análise e instrução”, diz a nota.

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