
O governo do presidente Lula (PT) deve encaminhar nos próximos 15 dias ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) a proposta que aumenta de 30% para 32% a mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina. A informação foi confirmada nesta terça-feira (9) pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

A medida será submetida ao conselho menos de um ano após a entrada em vigor do chamado E30, que elevou a participação do etanol na gasolina de 27% para 30%. Segundo Silveira, a iniciativa atende a uma demanda apresentada por representantes do setor de biocombustíveis durante reunião realizada com o presidente Lula e empresários da área energética.
De acordo com o ministro, estudos técnicos indicam que a ampliação para 32% é viável e pode reduzir a necessidade de importação de combustíveis. “Com isso, podemos nos tornar autossuficientes, deixando de ser necessária a importação de gasolina e minimizando também os impactos da guerra”, afirmou.
O governo argumenta que a proposta está alinhada à política de incentivo aos biocombustíveis e à chamada transição energética. A estimativa apresentada pelo Ministério de Minas e Energia é que a mudança elimine a necessidade de importar cerca de 450 milhões de litros de gasolina por ano.
Representantes do setor sucroenergético defenderam a medida. O presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), Evandro Gussi, afirmou que a diferença de preço entre etanol e gasolina favorece o aumento da mistura. “Hoje, o litro do etanol custa em média R$ 2,40 menos do que o litro da gasolina”, declarou.
A proposta ainda precisará ser analisada e votada pelo CNPE. Caso seja aprovada, o governo poderá definir um cronograma para a adoção da nova composição nos postos de combustíveis de todo o país.

O governo do presidente Lula (PT) deve encaminhar nos próximos 15 dias ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) a proposta que aumenta de 30% para 32% a mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina. A informação foi confirmada nesta terça-feira (9) pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.
A medida será submetida ao conselho menos de um ano após a entrada em vigor do chamado E30, que elevou a participação do etanol na gasolina de 27% para 30%. Segundo Silveira, a iniciativa atende a uma demanda apresentada por representantes do setor de biocombustíveis durante reunião realizada com o presidente Lula e empresários da área energética.
De acordo com o ministro, estudos técnicos indicam que a ampliação para 32% é viável e pode reduzir a necessidade de importação de combustíveis. “Com isso, podemos nos tornar autossuficientes, deixando de ser necessária a importação de gasolina e minimizando também os impactos da guerra”, afirmou.
O governo argumenta que a proposta está alinhada à política de incentivo aos biocombustíveis e à chamada transição energética. A estimativa apresentada pelo Ministério de Minas e Energia é que a mudança elimine a necessidade de importar cerca de 450 milhões de litros de gasolina por ano.
Representantes do setor sucroenergético defenderam a medida. O presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), Evandro Gussi, afirmou que a diferença de preço entre etanol e gasolina favorece o aumento da mistura. “Hoje, o litro do etanol custa em média R$ 2,40 menos do que o litro da gasolina”, declarou.
A proposta ainda precisará ser analisada e votada pelo CNPE. Caso seja aprovada, o governo poderá definir um cronograma para a adoção da nova composição nos postos de combustíveis de todo o país.
