
O pré-candidato à Presidência e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) divulgou nesta manhã (08) vídeo nas redes sociais em que associa o Banco Master, de Daniel Vorcaro, ao PT e a integrantes do governo Lula (PT).

A gravação foi publicada um dia após o senador Ciro Nogueira (PP-PI) ser alvo da Polícia Federal (PF) na 5ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes envolvendo o Master.
No vídeo, Flávio reage às tentativas da esquerda de vinculá-lo a Ciro e relembra que o PT resistiu à criação de uma CPI para investigar o banco de Vorcaro. Segundo o senador, Lula pode mudar de posição diante do avanço das investigações, “só que agora não dá mais para segurar”: “Aí vem o teatro”.
“Será que o PT está contra a CPI porque envolve políticos da Bahia?”, questiona Flávio na gravação. Em seguida, o parlamentar cita integrantes do partido e ex-integrantes do governo ligados ao caso Master.
“Ou será porque a família do Jacques Wagner, líder do PT, recebeu 11 milhões em uma empresa ligada ao caso?”, declarou. “Ou porque o Guido Mantega, que já foi ministro da Fazenda do Lula, recebia 1 milhão por mês do banco só para fazer lobby dentro do governo? Ou porque o Lewandowski, ex-ministro da Justiça, recebeu 5 milhões [do Master]?”, continuou o senador.
“Agora, segura essa: ou será que é porque o próprio Lula teve uma ‘ótima reunião’ fora da agenda oficial com o dono do Banco Master, cercado de ministros de primeiro escalão, como o Rui Costa, da Casa Civil? Coincidências demais, né?”.
Na sequência, Flávio Bolsonaro relembra que Rui Costa governou a Bahia, estado onde surgiu o caso do Master.
“A verdade é simples. O PT não quis investigar. Tentou travar, mas não conseguiu. A oposição assinou. Eu assinei. E agora a CPI vai sair”, afirmou. “Eles [PT] querem pagar de bonzinho? Não cola. Quem tentou esconder agora não pode posar de herói. O Brasil tá vendo!”, concluiu o senador no vídeo.
