Offline
MENU
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/113401/slider/9f22fe65968d79b6f45efc1523e4c4aa.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/113401/slider/80a574611830c0240c40e4d3d91929b3.png
Gilmar pressiona PGR por ação contra Zema mas enfrenta resistência
Publicado em 04/05/2026 12:31
Últimas Notícias

Após pedir a inclusão do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) no inquérito das fake news, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes passou a pressionar o procurador-geral da República, Paulo Gonet, para dar aval à iniciativa. A ofensiva, no entanto, enfrenta resistência dentro da Procuradoria-Geral da República (PGR), segundo informações da colunista Malu Gaspar.

 

O pedido de Gilmar foi motivado por uma postagem com vídeo satírico em que Zema aparece como fantoche. Nos bastidores, o ministro tem insistido para que Gonet avance com a medida.

 

Segundo relatos, integrantes da equipe do procurador-geral têm recomendado que o caso não seja levado adiante. Há também a sugestão de que, caso a solicitação seja acolhida, a manifestação seja assinada por um subordinado.

 

 

Não há prazo para decisão. Gonet ainda não definiu qual caminho seguirá e tem adiado o encaminhamento do caso.

 

O tema gera apreensão dentro da PGR. Parte dos subprocuradores avalia que o inquérito das fake news já deveria ter sido encerrado. O procedimento foi aberto em 2019 para apurar ameaças contra ministros do STF.

 

 

 

Um interlocutor afirmou que “a grande maioria” defende o arquivamento do inquérito, por considerar que o escopo já foi esgotado e não deve se tornar permanente.

 

Outro integrante da cúpula do Ministério Público classificou o instrumento como forma de coerção e questionou a atuação do órgão diante do pedido.

 

Apesar da indefinição sobre o caso envolvendo Zema, a PGR já arquivou um pedido para investigar Gilmar Mendes por declarações relacionadas ao ex-governador. O órgão considerou que não houve lesão efetiva a direitos coletivos e citou retratação pública do ministro.

 

O inquérito segue sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes e permanece sem previsão de encerramento.

Comentários
Comentário enviado com sucesso!