Offline
MENU
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/113401/slider/9f22fe65968d79b6f45efc1523e4c4aa.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/113401/slider/80a574611830c0240c40e4d3d91929b3.png
Caso Master: PF avança em investigação sobre resort ligado a Toffoli
Publicado em 09/03/2026 12:08
Últimas Notícias

A Polícia Federal (PF) suspeita de crimes financeiros em fundos ligados ao resort Tayayá Resort, que teve como sócia uma empresa da família de Dias Toffoli. De acordo com a Folha de S. Paulo, investigadores pretendem avançar com análise de quebras de sigilo e rastreamento de transações financeiras.

 

Toffoli não é investigado. Ainda assim, “há expectativa na corporação de que transações relacionadas a ele e à sua família apareçam entre os dados coletados”.

 

As quebras de sigilo envolvem fundos com ligação ao Banco Master, de Daniel Vorcaro, e que tiveram relações, mesmo indiretas, com o resort. A polícia também pretende solicitar Relatórios de Inteligência Financeira ao Coaf para identificar transações atípicas.

 

 

O principal fundo sob suspeita é o Arleen, apontado como parte da rede de investimentos usada pelo grupo investigado nas fraudes de Vorcaro.

 

A Maridt, da família de Toffoli, vendeu em 2021 sua participação no Tayayá ao fundo Arleen. Após muita pressão pública e de colegas, o ministro do STF admitiu ser um dos sócios da Maridt e ter recebido valores pela venda das cotas ao fundo.

 

A revelação provocou uma crise no STF e levou o ministro a se afastar da relatoria do inquérito que investiga o Master. Como a PF apura crimes financeiros ligados ao banco, investigadores consideram “inevitável” analisar operações que podem envolver transações relacionadas ao ministro e a familiares.

 

Entre os cotistas do Arleen está o fundo Leal, que tem como investidor o advogado e pastor Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro e apontado como operador do banqueiro. Zettel foi preso na 3ª fase da Compliance Zero, junto com Vorcaro, na semana passada.

 

A ligação do fundo com o caso Master ocorre por uma cadeia de fundos. O Arleen foi cotista do RWM Plus, que recebeu investimentos de fundos ligados ao Maia 95, um dos seis apontados pelo Banco Central (BC) como parte da suposta rede de fraudes do banco de Vorcaro.

 

O Arleen e outros fundos da rede tiveram como administradora a Reag Investimentos, também investigada na Operação Carbono Oculto por suspeita de lavagem de dinheiro para o PCC, maior grupo narcoterrorista do Brasil.

Comentários
Comentário enviado com sucesso!