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Os integrantes da ‘Turma’ de Vorcaro
Publicado em 04/03/2026 12:18
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O “grupo criminoso” liderado por Daniel Vorcaro, de acordo com a Polícia Federal (PF) mantinha uma “estrutura de vigilância e coerção privada”, denominada de “A Turma”, que era “destinada à obtenção ilegal de informações sigilosas e à intimidação de críticos” do Banco Master.

 

Além de Vorcaro, os integrantes da “milícia privada” eram: Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, mais conhecido como “Felipe Mourão” ou “Sicário” e Marilson Roseno da Silva.

 

O banqueiro, de acordo com a PF, definia as estratégias financeiras do grupo, incluindo captação agressiva de recursos, além de ordenar pagamentos ilícitos e ações de monitoramento e intimidação contra desafetos e jornalistas.

 

 

Saiba o papel de cada um dos jagunços de Vorcaro, de acordo com a PF:

Fabiano Campos Zettel

É apontado como “operador financeiro” da “Turma”. Teria atuado na operacionalização de pagamentos ilícitos, na estruturação de contratos simulados para lavagem de dinheiro e no financiamento das atividades de vigilância.

 

 

 

 

Segundo a PF, Zettel “participava da organização e acompanhamento de fluxos financeiros associados às iniciativas do grupo” comando por Vorcaro, “colaborando na definição de mecanismos destinados a viabilizar a circulação de recursos e a formalização documental das operações realizadas”.

 

 

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Felipe Mourão” ou “Sicário”

Tinha “papel central na coordenação operacional” a chamada “Turma”, estrutura de vigilância privada de Vorcaro. De acordo com a PF, Mourão “organizava e executava diligências destinadas à identificação, localização e acompanhamento de pessoas que mantinham relação com investigações ou com críticas às atividades do grupo econômico ligado ao Banco Master”.

 

Ele também “realizava consultas e extrações de dados em sistemas restritos de órgãos públicos, incluindo bases de dados utilizadas por instituições de segurança pública e investigação policial”.

 

 

 

Também atuava na “articulação de medidas voltadas à remoção de conteúdos e perfis em plataformas digitais, utilizando expedientes que simulavam solicitações oficiais de órgãos públicos para acionar canais de atendimento destinados a autoridades”.

 

“Essa atuação envolvia o envio de comunicações institucionais ou documentos sem validação formal, com o objetivo de obter dados de usuários ou promover a retirada de conteúdos considerados prejudiciais aos interesses” do Master, de acordo com a PF.

 

 

Marilson Roseno da Silva

Policial federal aposentado apontado pela PF como “integrante relevante” da “Turma”. Ele teria usado sua experiência e contatos na carreira policial para obter informações sigilosas e realizar vigilância clandestina de alvos definidos pela organização.

 

 

 

 

 

Segundo a PF, a “liderança operacional” de Roseno na “Turma” tinha o objetivo de “proteger os interesses do grupo criminoso” de Vorcaro e “dificultar a atuação de autoridades responsáveis pela investigação” do caso Master.

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