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OEA enviará missão ao Brasil para observar eleições
Publicado em 14/08/2026 11:50
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A Organização dos Estados Americanos (OEA) anunciou que enviará ao Brasil uma missão de observação eleitoral chefiada pelo ex-ministro das Relações Exteriores do Chile José Miguel Insulza. O grupo acompanhará as eleições presidenciais e atuará nos dois turnos, caso haja segundo turno.

STF TSE fará testes de segurança em dezembro para garantir integridade das urnas eletrônicas nas eleições de 2026. TSE fará testes de segurança em dezembro para garantir integridade das urnas eletrônicas nas eleições de 2026. TRE-GO

O acordo que estabelece as garantias e imunidades da Missão de Observação Eleitoral (MOE) foi assinado ontem (13), na sede da OEA, em Washington, D.C., pelo secretário-geral da organização, Albert R. Ramdin, e pelo representante permanente do Brasil junto à entidade, Benoni Belli.

 

Insulza comandou a OEA por dois mandatos, entre maio de 2005 e maio de 2015. Ele também foi senador no Chile (2018-2026) e ocupou cargos de alto escalão em diferentes governos do país.

 

 

A missão chega ao Brasil após o Carter Center anunciar que não acompanhará o pleito de outubro por falta de recursos. A organização, fundada em 1982 pelo ex-presidente americano Jimmy Carter e por sua esposa, Rosalynn Carter, havia sido considerada para o monitoramento das eleições.

 

Os observadores da OEA estarão no país no primeiro turno, marcado para 4 de outubro, e em um eventual segundo turno, previsto para 25 de outubro. A organização acompanha eleições brasileiras desde 2018. A missão de 2026 será a quinta enviada pela OEA ao país.

 

No relatório sobre as eleições de 2022, a organização exaltou a atuação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante o processo. Segundo o documento, a Corte trabalhou em um “contexto complexo, marcado pela polarização, desinformação e ataques às instituições eleitorais”.

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