
Pela segunda vez na história, a seleção brasileira atuou em Copa do Mundo com dois jogadores menores de 20 anos: Rayan e Endrick, ambos com 19. A primeira e única vez em que isso havia acontecido foi em 1958, com Pelé e Mazolla na partida contra País de Gales, em jogo de quartas de final.
O primeiro a entrar foi Rayan, atacante do Bornemouth que fez fama no Vasco. Ele pisou em campo aos 40 minutos do primeiro tempo, depois que Raphinha sentiu um problema físico e pediu substituição.
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Já Endrick, que estava em trabalho de aquecimento desde o fim do primeiro tempo, entrou aos 19 minutos da etapa complementar, no lugar o centroavante Matheus Cunha – que fez dois dos três gols do Brasil na noite.
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Tanto Rayan, quanto Endrick fizeram fumaça no setor defensivo do Haiti, mas Endrick foi quem se sobressaiu. Ele precisou de poucos minutos para encontrar uma bola entre os zagueiros e balançar a rede, mas o gol foi anulado porque metade do tórax dele estava à frente do último jogador de defesa.
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Endrick e Rayan são dois jogadores com quem a torcida se conectou, e pede para que tenham mais oportunidades. Não exagero dizer que a entrada deles, somadas ao bom desempenho da seleção e à vitória contribuíram para que Ancelotti fizesse as pazes com o torcedor – pelo menos até a partida contra Escócia, no dia 24.