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Presidenciáveis defendem reforma no STF
Publicado em 24/04/2026 11:26
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Na esteira do desgaste do Supremo Tribunal Federal (STF) em decorrência do caso Master, pré-candidatos ao Palácio do Planalto passaram a defender mudanças na Corte. As propostas vão de mandato para ministros a alterações no processo de indicação.

 

No campo da oposição, as propostas incluem limite de tempo no cargo e revisão do modelo de escolha dos magistrados. Já o PT, do Lula, deve incluir no programa partidário a defesa de normas de conduta para cortes superiores.

 

O tema ganhou força após o ministro Gilmar Mendes pedir a inclusão do governador Romeu Zema no inquérito das fake news. O pedido cita vídeo com críticas à decisão de anular quebra de sigilo bancário aprovada pela CPI do Crime Organizado.

 

Levantamento da consultoria Bites aponta que o embate com o STF impulsionou Zema nas redes sociais entre os dias 20 e 23 deste mês, com crescimento de seguidores acima da média registrada em 2026.

 

 

 

Entre os pré-candidatos, o senador Flávio Bolsonaro tem defendido o impeachment de ministros do STF como pauta de campanha e articula alianças com candidatos ao Senado que apoiam a medida.

 

Pesquisa Genial/Quaest indica que 53% dos brasileiros não confiam na Corte, enquanto 41% afirmam ter confiança na atuação do tribunal.

 

O PT deve apresentar, no congresso partidário em Brasília, proposta para “instituir e aperfeiçoar códigos de ética e conduta no âmbito das cortes superiores, inclusive no Supremo Tribunal Federal, assegurando padrões claros de integridade, transparência e responsabilidade institucional”.

 

Outros pré-candidatos também apresentaram propostas. O governador Ronaldo Caiado defende mandato de 10 anos para ministros, idade mínima de 60 anos e lista tríplice para indicação. O escritor Augusto Cury propõe mandato de oito anos e mudanças na escolha dos magistrados.

 

O empresário Renan Santos critica decisões monocráticas e a relação entre escritórios de advocacia e ministros do STF.

 

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