
O senador Rodrigo Pacheco se filiou ao PSB nesta quarta-feira (1º), após mais de quatro anos no PSD. O parlamentar trocou de sigla de olho na disputa pelo governo de Minas Gerais, depois de ser preterido pelo partido comandado por Gilberto Kassab.
O ato de filiação ocorreu na sede do PSB, em Brasília, com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin e do presidente da legenda, João Campos.
Em discurso, Pacheco afirmou que, no período em que esteve na presidência do Congresso Nacional, enfrentou uma crise em que “morreram 750 mil brasileiros e brasileiras”, em referência à pandemia de Covid-19, e mencionou a resistência à vacinação e ao “negacionismo”.
O senador também citou movimentos que questionaram o resultado das eleições de 2022. Sem mencionar nomes, afirmou que houve uma “busca de minoritários insatisfeitos […] que pretendiam a ruptura democrática e institucional do nosso país”.
Segundo Pacheco, o PSB se posicionou “de maneira responsável e patriótica” e, nos momentos mais difíceis, “estava lá para dizer que a pandemia se enfrentava com ciência e que a democracia se enfrentava com o eixo democrático contra a ruptura institucional”.