Offline
MENU
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/113401/slider/9f22fe65968d79b6f45efc1523e4c4aa.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/113401/slider/80a574611830c0240c40e4d3d91929b3.png
Ligação com Hezbollah sustenta pressão dos EUA sobre facções brasileiras
Publicado em 10/03/2026 11:52
Últimas Notícias

A suposta ligação do PCC com o grupo terrorista libanês Hezbollah é uma das alegações que o Departamento de Guerra dos EUA deve usar para classificar a facção de SP, ao lado do Comando Vermelho (CV), do RJ, como “organização terrorista”. A informação é do g1.

 

✅ Siga o canal do Claudio Dantas no WhatsApp

O principal defensor dessa tese é Joseph Humire, atual subsecretário adjunto de Defesa para o Hemisfério Ocidental. Em 20 de março de 2018, ainda no 1º governo de Trump, ele foi ouvido no Congresso americano e apontou o PCC como uma das organizações criminosas da América Latina com “ligações comprovadas” com o grupo libanês.

 

As outras citadas por Humire, de acordo com o site, foram Los Zetas, no México, e La Oficina de Envigado, na Colômbia.

 

Ele citou a região da Tríplice Fronteira, entre Brasil, Argentina e Paraguai, como “um centro histórico de convergência entre crime e terrorismo na América do Sul”. Segundo ele, 11 indivíduos residentes no Brasil e no Paraguai foram sancionados pelo Departamento do Tesouro dos EUA por fornecerem apoio financeiro ao Hezbollah.

 

Humire acrescentou que nove desses indivíduos abriram pelo menos 18 novas empresas nos dois países após as sanções.

 

Segundo o subsecretário adjunto de Defesa para o Hemisfério Ocidental, a atuação conjunta entre organizações criminosas e grupos terroristas não se limitaria à lavagem de dinheiro, mas também incluiria compartilhamento de áreas de operação, inteligência, táticas e treinamento.

 

Para ele, a repressão não é eficaz no Brasil e em outros países da América Latina e do Caribe devido a “instituições fracas, corrupção elevada e fronteiras porosas presença de crime organizado”.

 

Humire reconhece que o Brasil e outros países da região possuem legislação antiterrorismo, mas afirma que a maioria, como o Brasil, não reconhece o Hezbollah como grupo terrorista, o que limita a aplicação dessas leis. Citou ainda, como exemplo, o caso de um membro do Hezbollah preso no Peru em 2014, que foi inicialmente absolvido das acusações de terrorismo por falta de base legal clara.

Comentários
Comentário enviado com sucesso!