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EUA devem classificar PCC e CV como terroristas nos próximos dias
Publicado em 09/03/2026 12:03
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O governo dos EUA deve anunciar nos próximos dias que os grupos narcoterroristas brasileiros Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) serão designados como “Organizações Terroristas Estrangeiras”. A informação é do site UOL.

 

De acordo com o portal, a documentação sobre os dois grupos criminosos “foi finalizada no Departamento de Estado há alguns dias, passou por uma série de outras agências que deram ok ao material”.

 

O processo segue o mesmo modelo adotado pelo governo Trump para classificar outras organizações criminosas da América Latina, como o cartel mexicano Cartel de Jalisco Nueva Generación e o grupo venezuelano Tren de Aragua.

 

 

Após análise do secretário de Estado Marco Rubio, o material ainda deve ser enviado ao Congresso dos EUA e, na sequência, publicado no Registro Oficial Federal. Segundo o UOL, essa etapa pode levar cerca de duas semanas.

 

O chanceler brasileiro Mauro Vieira foi informado do avanço do tema em Washington e tenta conversar com Rubio sobre o assunto, ainda de acordo com o site.

 

A classificação de um grupo como Organização Terrorista Estrangeira (FTO, na sigla em inglês) permite congelar ativos de integrantes nos EUA, bloquear acesso ao sistema financeiro e impedir o fornecimento de “apoio material”, como armas, por entidades norte-americanas.

 

A medida também impõe restrições de imigração a pessoas associadas às organizações criminosas e aumenta o risco jurídico para empresas que atuam em regiões onde esses grupos operam. Companhias podem ficar sujeitas a sanções do Tesouro dos EUA.

 

Trump já fez ameaças de ações militares contra cartéis dentro de outros países, como no México. Atualmente, os EUA travam uma ofensiva contra organizações ligadas ao tráfico internacional de drogas.

 

No último sábado (07), o presidente norte-americano recebeu líderes de 12 países latino-americanos para formalizar a criação da coalizão militar “Escudo das Américas”. A iniciativa tem como objetivo combater cartéis de drogas na região e afastar do continente os “adversários” de Washington “de fora do Hemisfério”. Brasil e México ficaram de fora.

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